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Maturação a vácuo

Depois do sucesso do post da panela automática, o Alexandre enviou mais uma sugestão de melhoria no equipamento de cerveja caseira. Olha aí:

 

Quando comecei a fazer cerveja li sobre os momentos em que é bom que a cerveja tenha contato com oxigênio e momentos em que isso é prejudicial. Na fermentação é bom que o mosto esteja bem aerado para que o fermento possa ter condições ideais para fazer seu trabalho, já na maturação o ideal é que o liquido, já transformado em cerveja, não tenha contato com oxigênio, para evitar a oxidação.

 

Como eu fazia levas de 20 litros, pensava que no final da fermentação eu ia ter quantidade para encher uma bombona daquelas de água a ponto de não ter espaço para sobrando para não ter problemas com essa tal de oxidação.

 

O problema é que a gente nunca tem muito controle sobre a quantidade que tiramos da panela de fervura porque tudo depende de quanto evapora nesse processo. Depois disso temos a fermentação e vem outro furto na quantidade de cerveja que temos, porque o fermento tem que ser separado da cerveja e nessa separação a gente sempre perde uma certa quantidade de cerveja. No final disso tudo, eu sempre tinha uma bombona com uns 18 (mais ou menos) litros de cerveja para maturar e um monte de espaço com ar lá dentro. Por sorte, meu paladar é péssimo e eu nunca notei essa tal dessa oxidação.

 

Para os que são bem mais perfeccionistas que eu, tenho uma ideia que pode dar jeito nessa parte fazia nos nossos fermentadores e maturadores. Trata-se das rolhas salva vinho.

 

Por: Alexandre Guimarães Christianes – transforline@gmail.com

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Sobre o Autor

Carlos Lara

Marketeiro e cervejeiro de buteco. Criei a minha paixão pela cerveja há um tempo, principalmente vendo jogos de futebol e tomando uma boa cerveja com o meu pai, e hoje escrevo conteúdos sobre diversos assuntos nas horas vagas.

5 Comentários

  • Cara não entendi porque fizeste isso principalmente tu que usas um fermentador cônico, depois da fermentação todo ar que fica dentro deste fermentador é gás carbonico produzido na fermentação, tudo o que está fazendo é tirando este gás, que não prejudica de nada a cerveja, fazendo um trabalho desnecessário.

      • Exatamente. No caso de um secundário terá oxigênio novamente. Uma boa opção, não sei o que vcs acham disso, seria substituir o O2 por CO2, utilizando-se da ideia do “Beer Gun”. Utilizaria-se, então, uma rolha de silicone com dois furos onde um seria injetado o CO2 e pelo outro sai o O2. Quando começasse a sair apenas o CO2, é só vedar novamente.

        Abraços.

  • Obrigado Guilherme.
    Vc está com a razão. Eu não acerto sempre. hehehe
    Na verdade eu fiz isso para o garrafão que eu colocava a cerveja, depois de fermentar em um balde, mas depois que chegou o fermentador cônico eu coloquei a rolha nele.
    Acho que o importante nem é o que acontece nessa situação específica, mas a ideia em si. Ela serve para várias coisas. Serve para os outros recipientes de maturação, para vidros de conservas (eu coloquei um no meu vidro de pimenta e ela não mofa mais), para garrafas de bebidas que não geram gases e outras coisas que necessitem de um ambiente sem ar.
    Na verdade o que eu quis deixar é uma ideia e não um produto.
    Mesmo assim obrigado pelo comentário, eu não raciocinei nesse sentido.

    Um abraço.

    Alexandre

  • Pessoal, aproveitando o momento, a partir de segunda feira, 02/09/2013, por causa das restrições orçamentárias do governo e porque na maioria das vezes eu respondo as perguntas estando no serviço, não poderei mais responder as perguntas durante o dia e em alguns casos nem a noite, ficando para a noite seguinte.
    Espero que compreendam e continuem mandando suas perguntas.

    Um abraço,

    Alexandre

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