Saúde! Salud! Santé! Cheers! Prosit! Salute!

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O brinde é, por definição, o ato de beber a saúde de alguém. Em diferentes culturas e civilizações, as pessoas confraternizam e comemoram bebendo, sendo esta uma antiga tradição dos homens.

 

Nos acontecimentos mais importantes da vida das pessoas sempre há um brinde. Em almoços e jantares íntimos, casamentos, batizados, vitórias, pelas amizades ou mesmo por momentos simples de alegria, as pessoas costumam pedir algo para beber, levantar os copos e saudar-se antes de, com saliva na boca e com felicidade no coração, dar o primeiro gole.

 

Ahhhhh! Que maravilha! Nada poderia ser me…

 

-Cruzes! Que bebida é essa amarga assim??? Não! Peraí! É meio frutada! Puuuxa… defumada?!?!? Céus, agora embolou o meio de campo todo. Que líquido é esse, que com tantos meandros é capaz de enganar um maravilhoso paladar que identifica notas amadeiradas de carvalhos da Ásia tropical?

 

Esse, meus caros, é a cerveja.

 

Esta aí uma bebida que não tem restrições quanto à aromas, cores, texturas e até, pasmem, temperatura. Isso mesmo, nem toda cerveja, “inha” ou “ona”, precisa estar “estupidamente gelada”. Aliás, viajando na maionese, nesse país de tanta diversidade racial, numa época de misturas, pra quê restringir-se apenas às claras ou escuras? O bom é experimentar o diferente, o inusitado, o único. E isso, sabe-se desde a época que inventaram a tal revolução industrial, ficou para trás. O único não importa mais. Agora vale a quantidade. Um montão. Tudo igual.

 

Necas de pitibiribas! Nunca tivemos tanta oportunidade de provar diferentes cervejas como agora. Crescem as casas especializadas em cervejas artesanais e não é difícil encontrar um fulano que fez sua cervejinha em casa e agora vai ali, com suas garrafas, beber com os amigos. Dúvida? Dá um Google aí e confere!

 

Para os brasileiros mais exigentes no quesito paladar, essa nova fase da cerveja nacional tem sido a glória. E ela é mais popular mesmo, diga-se a verdade. A diferença é que agora podemos escolher. E isso é muito bom. A isto, um brinde!

 

-Então posso encher a lata?

 

Não deve. O bom mesmo é beber cerveja de qualidade. Todo mundo sabe que tudo em excesso nessa vida não faz bem. Dizer que é bom pra isso e ruim pra aquilo ainda envolve incertezas.  Na indefinição sobre os prós e os contras uma certeza existe: saudável é ser feliz!

 

Saúde!

 

Por: Paula Bortolon, Farmacêutica-sanitarista e apreciadora de #cervejadeverdade (post participante do Natal Lupulado 2011, concorrendo a uma Wäls Brut)

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13 Comentários

    É um dos textos mais malucos que li nos últimos meses. Sai da água com açúcar, vai para doze chibatadas e volta a tempo de curtir o amargorzinho do lúpulo equilibrado no final da garrafa. Mandou bem!

      Obrigada, Fernando. Fico lisonjeada! =)

    Adorei!
    Vamos brindar!? 🙂

    Querida, um brinde a você! Parabéns.
    Bjs

    Maravilha!!! Deu água na boca.Estamos indo para um brinde.Parabens e beijos.

    Avatar

    Mandou muito bem Paulinha! Gostoso de ler, e impossível não perceber seu jeitinho de falar!!! Um beijo!!

    Então tá Paulinha, então faz isso e vamos beber e brindar nossas vidas. Hehehe!!!
    Beijocas,
    Marcinho

    Curti!!
    Juro que ainda estou buscando inspiração pra escrever…
    Beijocas e parabéns!

      Paulo Motta disse:Pode ne3o proceder ctmeletampnoe, mas eu acho que na e1gua a bebida perde bem menos temperatura do que em contato com uma me3o com seus 37ba Celsius.

    Maravilha de texto!

    Sem citar uma marca de cerveja sequer (claramente a intenção da autora), conseguiu expor exatamente a “mudança de paradigma” no paladar dos amantes de cerveja…

    Gostei muito do contraste entre o brinde (alegre e feliz) e a ingestão do primeiro gole (causadora de certa estranheza)! hehehe
    Os habituados a um gosto comum (sempre igual) estranhariam ainda mais um gole bem lupulado, sendo até capazes de dizer que a cerveja está estragada!
    Nessas horas é que é bom ter um amigo mestre-cervejeiro por perto, pra explicar a revolução acontecida em seu paladar… rsrs

    Cruzes! Céus! Viajou na maionese? Necas de pitibiribas!
    O texto está digno de um delicioso gole da cerveja de sua preferência (xiii… com tantas “únicas”, será difícil de escolher, hein)!

    Parabéns!
    E quando for brindar, me chame!!! 🙂

    Como eu costume dizer:

    ÁGUA + MALTE + LÚPULO = PESSOAS FELIZES

    Acrescente-se a isso algumas invenções gastronômicas malucas, inusitadas ou até tradicionais e teremos pessoas mais felizes ainda.

    Um brinde eterno à #cervejadeverdade.

      Perdão, “costumo”. Ah, essa “autocorreção” enjoada…

    Eres mi ángel tierno, mi corazón recompuesto, mi ánima dulce, mis
    caricias preciosas, mi camino de felicidad, mi refugio permanente, mi lado bueno, mi escondite perfecto, mi meta soñada, mi mujer amable…así
    eres .

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