cervejas importadas

Cerveja importada: veja quais são melhores e as 5 mais vendidas do mundo!

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Existe uma ideia um pouco equivocada das pessoas de que tudo que é importado é bom, inclusive a cerveja importada. O conceito de cerveja importada significa, ao pé da letra, uma cerveja produzida fora do país de consumo.

Nem todas as cervejas produzidas em outros países são as melhores, isso vai depender muito mais do estilo da cerveja, das características da escola cervejeira do que o simples fato da cerveja ser produzida em outro país.

Nesse artigo vamos te mostrar quais são as cervejas importadas mais consumidas no mundo e trazer também 4 escolas cervejeiras pra você conhecer melhor as boas cervejas importadas!

As cervejas importadas mais vendidas no mundo

Primeiramente, é importante ressaltar que estamos falando sob a perspectiva do Brasil, portanto trazemos aqui as cervejas importadas para os brasileiros.

A apreciação por cervejas importadas é de nível mundial, por isso vamos listar as cervejas mais vendidas do mundo segundo o site Business Insider, o que não significa que elas são, necessariamente, as melhores.

1º. Snow

A Snow é a cerveja mais vendida do mundo. Isso se deve ao fato dela ser Chinesa e ter a sua disposição o maior mercado consumidor do mundo. Ela é considerada uma cerveja Lager (baixa fermentação) e de baixo teor alcoólico (4%). Produzida pelos chineses ainda é desconhecida em boa parte dos países.

2º. Tsingtao

A Tsingtao fundada pelos alemães em Hong Kong traz um pouco da escola cervejeira alemã e é considerada a segunda maior cerveja do mundo em produção. É uma cerveja do tipo pislner e é mais uma que conta com um gigantesco mercado consumidor a seu favor.

3º. Budweiser

A Budweiser foi trazida da escola americana de cervejas para o mundo. O curioso é que a versão light da cerveja (Bud Light) é mais popular que a própria (Budweiser).

4º. Yanjing

Mais uma cerveja da China na nossa lista, a Yanjing é uma Pale, terceira mais vendida na China e sexta mais vendida no mundo.

5º. Heineken

Heineken foi produzida pela primeira vez (criada) na Holanda e é uma das lager premium mais vendidas do mercado.

Motivos para consumir cerveja importada

É comum ver pessoas falando, quando querem beber com qualidade, que beberão cerveja importada. Isto não faz sentido, e vamos explicar o porque agora.

Pode ser por um ranso histórico, por questões de beber por status e não conhecimento, podem ser outras questões mas colocar no mesmo patamar uma Budweiser e uma Brooklyn é algo esquisito.

Existem diversas cervejas importadas vendidas no Brasil que são tratadas como melhores, mas que são variações do mesmo tema: lagers claras, leves e pouco amargas.

Basta olhar no rótulo, procurar por cereais não-malteados, extratos, conservantes, corantes, estabilizadores de espuma… encontrou algum destes itens, caro bebedor de cerveja, desconfie! Elas nada mais são do que cervejas padronizadas, com os mesmos parâmetros das nacionais, só que feitas em outros países.

Para que você não caia nessa cilada, vamos te explicar agora as 4 principais escolas cervejeiras e algumas cervejas importadas de cada escola para você experimentar:

Quais são as escolas cervejeiras no mundo?

Já ouviu a expressão escolas cervejeiras? Não significa uma escola sobre cervejas em que você vai aprender como fazer a cerveja.

O real significado de escola cervejeira se dá a partir das grandes nações que influenciam a bebida produzida no mundo todo. Vamos entender melhor quais são elas e o que as diferem.

Para que compreendemos melhor existem dois tipos de “famílias de cervejas”, a Ales com alta fermentação e a Lagers de baixa fermentação e o que vai distinguir as duas é o tipo de levedura utilizado para produção.

A partir disso uma cerveja só pode ser Ale ou Lager.

1. Escola Alemã

Você já deve saber que um dos países mais conhecidos pela fabricação de cerveja é a Alemanha.

Essa que é a primeira escola cervejeira e mais tradicional  se iniciou no século IX (962) quando a Alemanha ainda fazia parte do Sacro Império Romano-Germânico e permanece até os dias de hoje.

Das características relevantes na escola alemã a que sobressai são as cervejas Lager, por isso os alemães são considerados os “pais da cerveja Lager”.

De todos os estilos de cerveja importada da alemanha só quatro não são Lagers, serão Ales e são a Weinzenbier (bastante conhecido no território nacional do Brasil), a cerveja Baviera (produzida com trigo tradicional), a original da cidade de Colônia (Kölsh), a Altbier e a Berliner-Weisse que o próprio nome sugere ser de Berlim.

As cervejas importadas da escola alemã mais famosas no Brasil são:

Paulaner Hefe-Weissbier Naturtrüb

A patrocinadora oficial da Oktober Fest e do time de futebol Bayer de Munique possui uma coloração amarelada e um teor alcoólico de 5,5%.

Oettinger Pils

Outra conhecida e apreciada pelos brasileiros , por conservar as leis da pureza alemã, ela é considerada puro malte com um toque amargo. No país de origem é famosa por ser vendida a “míseros” 35 centavos de euro.

2. Escola Belga

A segunda escola é a Belga que, diferente da escola alemã, não foi marcada pela restrição dos ingredientes ou processos de produção, nunca foi submetida da Lei da Pureza de 1516 e por isso tem a sua cultura cervejeira inalterada há anos.

Na Bélgica tudo que fosse possível agregar valor (entenda como sabor) era posto à prova na produção das cervejas.

Nos monastérios (local onde são produzidas as cervejas) foram formuladas as mais tradicionais marcas de cerveja importadas que são as Trappistas, Blondes, Brunes, Dubbels, Trippels e Quadruppels todas elas são Ales (alta fermentação) e geralmente são bem condimentadas.

Podemos dizer que o segredo das cervejas Belgas são as leveduras junto do processo de fermentação.

O mestre cervejeiro não inocula a levedura que irá fermentar a cerveja, deixando que a natureza faça esse serviço. As Lambics, Geuzes, Krieks são tradicionais por fazerem parte desse processo de fermentação espontânea.

Por essa diversidade de sabores e processos nem sempre uma cerveja belga vai se enquadrar a um determinado estilo de cerveja já existente.

Vamos ver as mais consumidas aqui no Brasil:

Flanders Red Ale

Com um teor alcoólico de 6,2% os blend de safras envelhecidas em barris de carvalho pode combinar muito bem com consumo de patês, caldos verdes, sopas de queijo ou de legumes e na parte de sobremesas com tortas de limão e algumas frutas vermelhas.

Belgian Tripel

Também tem um teor alcoólico médio de 8%, sua coloração é dourada e pode ser servida com uma deliciosa moqueca baiana.

Belgian Dark Strong Ale

Outra cerveja da escola belga apreciada no Brasil, fica excelente combinada com uma vaca atolada ou uma rabada com torta holandesa.

Belgian Specialty Ale

Com teor alcoólico mais reduzido (6,2%) ficam ótimas na harmonização se combinadas com um bom prato tradicional da cozinha italiana.

3. Escola Britânica (inglesa)

A terceira, porém não menos tradicional, escola cervejeira é a britânica (inglesa) que é bastante diferente das outras duas citadas anteriormente.

O que a diferencia são em sua grande maioria Ales, escuras, servidas em pints e muitas vezes são condicionadas em barricas de carvalho, o que faz das cervejas britânicas uma característica mais maltada e carbonatação mais amenizada.

Os ingleses gostam de beber e não é pouco, por isso as mais tradicionais cervejas produzidas localmente são valorizadas já que possuem um teor alcoólico menor, facilitando o consumo durante o dia todo por exemplo.

São consideradas as “cervejas dos camponeses” as Bitters e existe também a famosa London Porter (que não é fabricada pelo Harry Potter – risos) popularmente conhecida.

Para os apreciadores de cervejas importadas que sejam mais fortes a escola britânica não fica atrás, apresentando as Barley-Wines, IPAs e Imperial Stouts.

Da escola Britânica as que se destacam pelos apreciadores de cerveja importada e precisam ser consumidas por você antes de morrer são:

Batemans Victory Ale

Os rótulos dessa cerveja importada atraem o cliente para a degustação, que ao provar nota um sabor frutado. Essa cerveja já foi considerada uma das 50 melhores do mundo.

Newcastle Brown Ale

Outra cerveja bem conhecida dos brasileiros apreciadores mais jovens de cervejas importadas,  ela já conquistou o International Brewery Awards que é considerado uma das maiores premiações cervejeiras.

4. Escola Americana

Por fim a recente escola Americana de cerveja, que conseguiu unir as três escolas em uma completamente nova. A história da cerveja nos EUA passou por um período complicado quando foi implementada a Lei Seca em 1920, lei que ficou conhecida como o Nobre experimento.

Não se trata de uma lei que proíbe que se beba e dirija como no Brasil, estamos falando de uma lei que proibiu a fabricação, transporte e venda de bebidas alcoólicas para consumo em todo o país.

Para sorte de todos os amantes da cerveja dos Estados Unidos e do mundo essa lei foi revogada em 1933 e a Escola Americana pôde continuar se desenvolvendo.

Essa escola é marcada pela excentricidade e exagero e é responsável por reinventar diversos estilos já existentes.

Os estilos reinventados mais populares são:

American IPA

American Ipa, como uma boa variação do estilo IPA, tem o lúpulo como ingrediente marcante, transparecendo através do amargor e aroma intenso, o seu teor alcoólico é de 7% e a mais popular do Brasil é a Baden Baden.

American Pale Ale

American Pale Ale, conhecidas também como APA, além esse estilo é muito popular entre os amantes da degustação da cerveja, é também muito popular entre os cervejeiros caseiros.

Escolha a melhor cerveja pra você

Após ler esse texto você percebe que cerveja importada não é só Heineken, Budweiser e Stella, existem outras mundo afora que podem ser apreciadas nacionalmente, mais do que isso, você percebeu que uma cerveja não deve ser considerada melhor simplesmente por ser importada.

Mas claro, existem também aquelas cervejas importadas que se destacam e merecem ser degustadas.

No Brasil são produzidas diversas cervejas especiais baseadas nas melhores escolas do mundo que são tão boas quanto as cervejas especiais importadas!

Coloque nos comentários qual a sua cerveja favorita, ela é importada ou nacional?

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32 Comentários

    Foi por conta disso que eu decidi fazer um guia de viagem cervejeiro pelo Brasil – para mostrar para as pessoas quanta coisa legal nosso país está fazendo na seara cervejeira! E melhor ainda é beber direto da fonte! 🙂

      Olá Ingrid, onde consigo achar esse seu guia de viagem cervejeiro pelo Brasil? deve ser muito interessante! abraços

      Ingrid, como posso conseguir seu livro?

    Irretocável!!! Parabéns pela matéria!

    Pra mim, uma Bierland Viena!

    Ingrid, estou dando uma olhada no seu blog, muito legal, parabéns! Realmente da fonte é mais gostoso…

    Ygor, obrigado. É uma bela cerveja mesmo este Viena. Gosto muito. Saúde!

    O Dia chegará aonde pediremos uma ótima cerveja em cada cidade que formos e a cidade que não tiver cerveja própria não valerá a pena ser visitada…

    Tem muita importada “pasteurizada” mas também existem experiências extraordinárias a serem feitas com cervejas de outros países.

    Gosto muito da ideia de intercâmbio, nossa cerveja tem que chegar lá a deles aqui…

    Abraço e parabéns pelo belo portal!

      Desce uma Maria!

      Dizem que na Alemanha é assim, cada cidade tem sua própria cerveja. Eu tomei uma Colorado Apia, achei sensacional.

    Não compara Quilmes com Skol, pelo amor de deus. Como bom amante da cerveja posso afirmar que é quase insultante. Mas de fato, tem muitas cervejas excelentes no Brasil. Ainda dicionaria a Eisenbahn e a EikBier para a sua lista. Mas ainda estamos muito longe de fazer algo no nível de uma Duvel ou La Trappe.

      amiguinho igor, por que voce nao faz um teste cego? poe skol, brahma, original, quilmes, patrícia, nova schin e kaiser. dúvido vc acertar.

      O gosto das cervejas de massa é, quase sempre, o mesm, incluindo Skol e Quilmes. Mas, nesse caso, a Skol é muito melhor… Simples, uma é Brasileira e a outra Argentina!!! Hehehe…

      Brincadeiras a parte, não nos vejo tão distantes da LaTrappe ou Duvel. Sinceramente, prefiro as Wals às LaTrappe Dubbel e Trippel. Na Quadruppel, sutil vantagem à LaTrappe. (minha opnião)

      Proponho a Campanha PURO MALTE JÁ, vamos para a Paulista, para Cinelândia e para o Planalto!!!

    Igor, obrigado pela opinião, cada um tem uma visão própria sobre cervejas e isto é maravilhoso!

    Mas, na nossa visão,a diferença entre Quilmes e Skol é sutil. Todas são cervejas de massa, sem personalidade, sem foco em qualidade. São baseadas no mesmo padrão: pouco gosto, pouco corpo, sem amargor, matéria-prima barata e alto volume de produção e mkt.

    Sobre estarmos longe destas cervejas, vou te dar uma dica. Você prova e depois me conte como foi. Compare a La Trappe Quadruppel com a Wäls Quadruppel (nacional) e me diga se estamos tão atrás assim. Prove a Falke Tripel Monasterium… Isso para falar apenas nas de estilo belga.

    abraços e saúde!

      Ótima matéria, Bernardo! E apenas para complementar a parte sobre o desconhecimento entre a qualidade do que é importado e do que é nacional, vale lembrar o que Juliano Mendes contou no #Provetuite realizado na própria fábrica da Eisenbahn em Blumenau: para produzir a Eisenbahn Weizenbier e a Weizenbock, ele e seu irmão foram visitar a Schneider na Alemanha, e conhecer de perto a produção da cerveja de trigo mais tradicional do mundo. E para a surpresa do dono da cervejaria alemã, tanto a Schneider quanto a Eisenbahn receberam medalha de prata no European Beer Star em 2009. Ambas foram premiadas também no mesmo concurso em 2007, ou seja, a referência foi boa e a Eisenbahn cumpriu seu papel como aprendiz.
      Não valorizar o produto nacional é não conhecer também o empenho de muitos cervejeiros brasileiros que tentam reproduzir no nosso país o que há de melhor no mundo. E nao faltam provas de que podemos fazer até melhor, não acha?! 😉

    Avatar

    Olá!!
    Bem legal a matéria. Em agosto estarei percorrendo a região de Bamberg/francônia. Em um caminho de 200km serão 40 pequenas cervejarias a visitar.
    Espero que no Brasil haja no mínimo uma cervejaria em cada cidade no futuro.
    Estamos fazendo nossa parte, em Morro Reuter/RS já tem a nossa.
    Abraço!!!

    Sensacional a matéria, Bernardo. Parabéns, não trocaria 1 palavra. Grande abraço.

    Isso é bem verdade, é um cultura que está enraizada nos brasileiros de que o que vem de fora é melhor… Mas, também acho que isso já vem mudando… também vale lembrar que o acesso a informação ajuda nesse processo. fica mais fácil separar o joio do trigo, quando você começa a saber a diferença, e opiniões como a tua ajudam muito nisso!

    Bernardo, quase correu uma lágrima aqui, show de bola o texto. Nós precisamos de uma campanha aos moldes do support your local brewery americano. Só talvez ainda não tenha encontrado as palavras corretas para se criar um slogan (algo como “beba cerveja local”) mas passo a mesma mensagem aqui nas bandas do RS.

    É isso aí, vamo q vamo e parabéns pelo texto!

    Abraços
    Leo Sewald
    Cervejaria Seasons
    Porto Alegre/RS
    “start a revolution, drink better beer”

    Concordo com tudo que foi escrito aqui, mas na prática vejo com outros olhos.
    Moro em uma cidade média, Santos, e aqui apenas temos um único lugar para consumir boas cervejas.
    Voce vai em qualquer merdado de rede aqui, onde estao as nacionais? Tirando a Colorado que tem um contrato com a rede Pao de Açúcar, nenhuma outra micro está presente. Tirando as capitais e/ou grandes centros, voce nao encontra nenhuma outra cerveja nas prateleiras além das importadas e as Ambevianas da vida.
    Posso listar alguns pontos sobre isso:
    -Temos poucas cervejarias que estao comprometidas em fazer boas cervejas, mais de 90% das micros querem fazer cerveja de macro e vender como micro, cobrando preço de “premium”,isto é um fato. E o mais estranho é que essas eu encontro no mercado com facilidade…
    -Impostos abusivos, vivemos em um país em que pagamos impostos escandinavos e temos em troca serviços públicos africanos. As micro pagam muito e nao tem qualquer incentivo do governo para ampliaçao, geraçao de empregos, etc..
    -Falta de logística competente, como é possível voce encontrar no mercado uma cerveja da Rússia e nao uma que é feita a menos de 300km de sua casa, nao consigo entender isso…
    -As micros sao desunidas, sem uniao nao vao conseguir nada do governo, se Ambev, laboratórios, indústria de autos tem seu lobby para conseguir o que querem, como pode apenas 6 dúzia de micros unidas e bem intencionadas vao conseguir algo, é muita ingenuidade…
    -Preço caro, temos excelentes cervejas aqui, mas algumas micros já estao com preço sugerido de R$ 12,00 a R$ 16,00 uma long neck!! É claro que existe toda a carga tributária, funcionários, transportes e tudo mais, mas sabe-se que tem uma margem fora da realidade aí…
    Bem, espero ter ajudado, esses sao meus pontos de vista, de um homebrewer, que gostaria muito de só tomar cerveja produzidas na minha cidad, estado ou país, mas ainda é um sonho distante…
    Abraços!
    Gilberto

      Curioso esse seu comentário, amigo.

      Moro em uma cidade muito mais longe dos grandes centros (Belém-PA) e aqui temos vários restaurantes/bares com cervejas especiais (nacionais e importadas), além de você encontrar nos supermercados também uma grande variedade. Acho que aí é uma questão isolada, por algum motivo as cervejarias nacionais ainda não mergulharam no mercado.

      Quanto ao post, perfeito, sou adepto do mesmo pensamento, só acrescentaria a Bierland como uma cervejaria nacional top,juntamente com as citadas. E aqui da minha cidade, destaco a Amazon Beer, cervejaria de qualidade com preço justissimo.

    Boa Matéria… Mas acho que a cerveja Brasileira deveria diferenciar-se no preço. Confesso que tardei mais a experimentar as excelentes Walls por terem os mesmos preços das importadas, assim preferia experimentar cervejas de estílo belga da própria Bélgica e as britânicas e alemãs o mesmo!!!

    Pessoal é a mais pura verdade…Aqui no Rio grande do Sul além de cervejas caras temos com preços mais acessíveis que não perdem em qualidade, como a Polar e a Dado Bier que são excelentes.
    Abraços

      cara, a polar é da ambev, igual a todas da ambev. sugiro incluir esta no teste cego tbm. mais engraçado que torcedor de rótulo de corn beer é torcedor de rótulo de corn beer bairrista.

    Não é a toa que 90% das cervejas de verdade que bebom são nacionais. Com isso não perco em qualidade, ajudo as cervejarias nacionais a se desenvolverem e coloco a mão menos fundo no meu bolso.

    Concordo com praticamente tudo no texto, com uma ressalva: as cervejas de massa tem qualidades diferentes sim. Compare uma Kaiser com uma Stella Artois e verá que a diferença é bem maior que a proposta no texto. Existe um nível em que se encaixam as cervejas de massa, que as diferenciam das artesanais, porém deve-se tomar cuidado com essas afirmações, não só por haver disparidades perceptíveis entre as próprias cervejas de massa, mas também pelo fato de o estilo pilsner ser menos complexo que a maioria dos outros estilos de cerveja. Na minha opinião, apenas as MELHORES pilsners se diferenciam tanto das melhores de massa, como Heineken e Stella Artois.

      Alan, entendo seu ponto de vista. Essa definição do que é ou não pilsen é vaga. Mas repare que nem mesmo a Heineken se entitula como tal. Detalhe que a Heineken é puro malte, não tem conservantes nem estabilizantes. Já a Stella…

      Pilseners, na verdade, são as tchecas, como Urquell, Checvar, entre outras. Ou então, as german pilsens.

      Quando falamos em diferença, não é que ela não exista, apenas que ela é ínfima.

        Bernardo, neste ponto, concordo com você. As cervejas de massa são american lagers ou american light beers, não pilsens. Porém, elas se denominam pilsens, e é aí que está o problema, uma vez que, se forem tratadas como tal, devemos fazer comparações dentro do estilo proposto. A Heineken se denomina premium american lager, mas a Brahma Extra também, e você tem de concordar comigo que a Heineken está em um patamar mais elevado que a Brahma Extra. O que eu quis chamar atenção foi para o fato de as cervejas de massa terem diferenças (mesmo que pouco) que devem ser levadas em conta, e, no texto, afirma-se que o brasileiro tende a pagar mais por um produto importado (Quilmes) mas de mesma qualidade que o nacional (Skol). Levar para casa uma Stella Artois por um preço mais alto do que o de uma Skol é aceitável (no meu ponto de vista, inteligente também, rsrs). Há diferenças, mas é claro que essas diferenças, na maioria das vezes, não são proporcionais ao preço que se pega pela cerveja.

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    Hoje em dia com o aumento na produção de cervejas artesanais no Brasil, (ainda engatinhando comparado à europa), estamos começando a ver melhores cervejas no mercado Brasileiro. Ja provei algumas Ales e Ipas boas até mesmo alguma Lagers boas. O problema das cervejas lagers populares do Brasil, que são as mais acessíveis à grande parte da população brasileira, é que são produzidas com produtos de menor qualidade e cereais ruins . Até arroz é usado para a fabricação de algumas. Isso sem falar de cereais artificiais. E isso ocorre porque as leis brasileiras relacionadas à produção de cerveja aqui no Brasil permitem que isso ocorra. E isso não deixa a cerveja somente menos saborosa como também menos SAUDÁVEL. Então, infelizmente ainda não podemos nem pensar em comparar qualquer uma cerveja popular do Brasil (skol, brahma, antartica, boemia, origianal) ou até mesmo as importadas que são produzidas aqui (heineken, stella artois, amstel) com a excelência das cervejas lagers tchecas e alemãs (Hofbräu, Paulaner, Bitburguer, Ludwig). Acho na minha modesta opinião, que, se um cervejeiro que tem a possibilidade (e hoje está muito mais acessível que anos atrás) de comprar uma cerveja inportada, tem sim que se dar o prazer de beber uma cerveja pura e mais saudável.

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