Cinco provas das cervejas italianas Birrificio Del Ducato

No dia 27 de Janeiro aconteceu, no BeerJack, em Botafogo, uma deliciosa degustação das cervejas italianas Birrificio Del Ducato. Para quem não conhece, a escola italiana é hoje considerada uma das mais criativas da Europa. E sua inspiração não veio das grandes Escolas européias, mais perto geograficamente. Os moradores da bota se espelharam na efervescente evolução das cervejas americanas e hoje apresentam uma safra de cervejas bem vasta, colhendo um pouco de cada grande escola tradicional.

E neste cenário, uma cervejaria de apenas 5 anos de vida vai ganhando marcado. O único mal dela, e da imensa maioria das italianas que chegam aqui, é o preço, bastante elevado. Então, vamos ao que interessa, conhecer um pouco destas crias italianas que foram apresentadas por Salo Maldonado:

AFO

O nome significa Ale for Obsessed, e ela é um cerveja produzida com 9 tipos de lúpulo (uma obsessão evidente pelo amargo). Ela é uma american pale ale pouco aromática (para o padrão) e bastante amarga. O amargor é tanto que rouba o sabor do malte. Na cor, ela apresenta ela é quase de um alaranjado escuro. Trata-se de uma cerveja boa, mas que se encontra diversas outras mais interessantes no mercado por preços bem menores.

Nuova Matina

Esta é uma cerveja inspirada no estilo Saison belga, utilizando camomila, gengibre, coentro e pimenta-verda em sua receita. Uma cerveja única, com aroma levemente apimentado e condimentado com uma ligeira acidez. No paladar, diversos sabores se misturando, como gengibre, coentro. Certamente a cerveja mais diferenciada entre as degustadas.

Winterlude

Esta é uma cerveja também da escola belga, porém uma tripel. E esta é bastante carbonatada (reparem a espuma na foto, mesmo servida com muito cuidado) e saborosa. Tem uma complexidade interessante de sabores. Aroma frutado misturado com o fermento belga, bem tradicional. Boa tripel.

Sally Brown

Uma cerveja híbrida entre porter e stout. Aroma bastante achocolatado e café, padrão para o estilo, porém com uma leve acidez. No sabor, chocolate bem amargo. Apesar de se entitular uma stout, ela não se apresenta seca como as irlandesas. Bom retrogosto. Nada além de uma porter bem feita, bem dentro do estilo inglês. Mais uma cerveja interessante, mas cara demais para o que se propõe a ser.

Chimera

A melhor de todas as degustadas, a Chimera é uma Dubbel, também dentro da escola belga. Logo no aroma sente-se a complexidade, com frutas secas e amêndoas bem presente. No sabor, da mesma forma surgem vários sabores de frutas e caramelo se misturando.

RESUTADO FINAL

O saldo da degustação foi positivo, sendo todas boas cervejas, com alguns destaques, como a intrigante Nuova Mattina e a saborosa Chimera. A apresentação delas também chama atenção, com belos rótulos. Abaixo nossa ranking das degustadas, a melhor estando na esquerda (Chimera).

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